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| Kansas 250 |
Opa!
Meus caros, hoje eu vou comentar de um detalhe na Kansas 250 que pode ser meio chato de conviver no começo, mas com o tempo a gente acaba se acostumando. É o esquema de "prever" quando o combustível vai acabar e o tempo de você girar a torneira de combustível para a posição de reserva.
Meio confuso de entender? Explico.
Assim, a Kansas 250 não tem um marcador de combustível, então temos de controlar o fluxo de combustível na moda antiga, pela torneira entre o tanque e o carburador.
(isso foi meio nostálgico, lembrou minha antiga CB 400)
Os pilotos de longa data perguntarão. Mas até ai qual o problema?
Esse é o ponto principal desse post.
A Kansas não da o giro rápido de entrada de combustível para o carburador entre o ponto normal e o ponto de reserva da torneira. Isso no começo faz a moto morrer no meio do trânsito e ficar fazendo a moto ligar é muito chato.
Mas como resolver esse problema?
A idéia é bastante simples. A cada abastecida, reinicie o hodômetro parcial da moto e fique de olho na média de combustível (a minha está fazendo uma média de 18, 19 Km/l). Quando a moto estiver próxima da sua capacidade de quilometragem por litro, gire a torneira para a reserva, e não percorra mais de 30Km sem reabastecer.
Tá vendo só! Fácil e sem se incomodar com uma parada repentina da Kansas no meio do trânsito.
Mas o que fazer para fazer a moto ligar mais rápido caso ela pare? (esse procedimento só vale se você não utilizou a capacidade da reserva do tanque)
Sem Pânico! Acione o afogador em sua capacidade máxima e de a partida até que a moto volte a funcionar.
Ah, e fica como sugestão para o projeto da Horizon! Marcador de combustível!
Abração!









