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quarta-feira, 22 de abril de 2009

De olho na capacidade do tanque

Kansas 250


Opa!

Meus caros, hoje eu vou comentar de um detalhe na Kansas 250 que pode ser meio chato de conviver no começo, mas com o tempo a gente acaba se acostumando. É o esquema de "prever" quando o combustível vai acabar e o tempo de você girar a torneira de combustível para a posição de reserva.

Meio confuso de entender? Explico.

Assim, a Kansas 250 não tem um marcador de combustível, então temos de controlar o fluxo de combustível na moda antiga, pela torneira entre o tanque e o carburador.
(isso foi meio nostálgico, lembrou minha antiga CB 400)

Os pilotos de longa data perguntarão. Mas até ai qual o problema?

Esse é o ponto principal desse post.

A Kansas não da o giro rápido de entrada de combustível para o carburador entre o ponto normal e o ponto de reserva da torneira. Isso no começo faz a moto morrer no meio do trânsito e ficar fazendo a moto ligar é muito chato.

Mas como resolver esse problema?

A idéia é bastante simples. A cada abastecida, reinicie o hodômetro parcial da moto e fique de olho na média de combustível (a minha está fazendo uma média de 18, 19 Km/l). Quando a moto estiver próxima da sua capacidade de quilometragem por litro, gire a torneira para a reserva, e não percorra mais de 30Km sem reabastecer.

Tá vendo só! Fácil e sem se incomodar com uma parada repentina da Kansas no meio do trânsito.

Mas o que fazer para fazer a moto ligar mais rápido caso ela pare? (esse procedimento só vale se você não utilizou a capacidade da reserva do tanque)

Sem Pânico! Acione o afogador em sua capacidade máxima e de a partida até que a moto volte a funcionar.

Ah, e fica como sugestão para o projeto da Horizon! Marcador de combustível!

Abração!